quinta-feira, 18 de abril de 2013

Sobre tudo que não importa

Sobre tudo que não importa. Sobe tudo que não importa. Sobre o que importa. Só o que importa. Sobretudo. Sobe tudo. Uma ponta de cinco pontas e um semicírculo no cume. Madeira de lei em selva de pedra. Ainda deslizava. Cabelo, cor, livro e caixa.Duas cartas, um velho disco e meio sorriso.

Acrílico de nós. Violeta e chá mate. Algumas luzes quentes para se aproximarem. Não via os botões e suas casas. Quando deixou a camisa sem passar, foi ao varal e recolheu seus braços. Por dia de inventário ganhava em dobro, mas gastava tudo em subidas. Casaco na mão, ombros ao vento e uma grande fome.

Tudo é dinheiro. Tudo o que é, é mais dinheiro. Repetia. De ano. Tudo mais dinheiro é o que o dinheiro é. Sem dinheiro. Com dinheiro. Partindo alto de samba. Doze meninos em carnaval. Quatro noites no teatro. O resto é gim tônica com gelo. Sob tudo que não importa.