sábado, 14 de setembro de 2013

alabama

Na sala de espera, um quadro comprado em um hipermercado. Daqueles que o consumo de massa oferta. Dois ou três minutos em respiração tranquila e as músicas se repetiam. Uma valsa, nada brilhante. Talvez até mesmo durante a noite e a madrugada; as notas incessantes. Cortantes.

Seu vaso de Rubin. Enquanto pulava em um pé só, suas cores e olfatos eram como o contato do chá com lábios. Chão – no chão, sentara. Assim, viam-se as formas e os ventos em formação. O som da árida chuva. Talvez o seu segundo tenente do décimo quinto batalhão do regimento do rei estivesse por perto.

Falemos sobre lordes e duquesas. Em dez de outubro de trinta e nove. Todos usavam (ou se banharam em) o mesmo perfume. Esparsos ficavam em trilhas que foram se abrindo ao caminhar sobre a neve. Eram visíveis as sombras, as luas e os seres famintos perpetuados durante a morte.